Hum... Não, senhoras e senhores, eu não estou aqui para falar sobre crepúsculo, a ida preguiçosa do astro rei à sua cama, que enche o céu de cores e inspira poetas.
Não, estou aqui para falar sobre uma humana que se apaixonou por alguém frio e duro como um piso de banheiro e luta contra outros azulejos.
Isso faz sentido? Não, e é por isso que o povo gosta.
Crepúsculo já vendeu mais de 10 milhões de exemplares no mundo (segundo o site www.confrariadecinema.com.br/.../crepusculo/crepusculo.jsp - ) e esse número cresce em um ritmo alucinante.
De três coisas eu estava convicta. Primeira, Edward era um vampiro. Segunda, havia uma parte dele - e eu não sabia que poder esta parte teria - que tinha sede do meu sangue. E terceira, eu estava incondicional e irrevogavelmente apaixonada por ele...
Isso parece fazer algum sentido? Não. E sabe por que? Por que não faz! Li o primeiro livro da série, já que todo mundo lia e blá blá blá... E me decepcionei completamente!
A mulher, a tal Meyer, fez um drama inexistente, quis parecer com que fosse algo mais inteligente, como se quisesse provar pra algo ou alguém que ela conhecia formas de se expressar. O problema é que:
1: Ela sabe se expressar muuuuito bem. Por isso o livro ficou uma enrolação só.
2:Ela usa palavras ou frases que ninguém usaria. Por exemplo: "irrevogalmente"... Metade das pessoas que leram o livro não devem saber que irrevogalmente siginifica simplesmente a mesma coisa que incondicional, com a diferença de ter no Aurélio o acréscimo de "ato de irrevogar".
3:A Bella é uma boba. Total.
Sacas o que digo?
Eu não gosto de Crepúsculo, já li todos da série por obrigação social mas não mudo minha opinião.
E você? Gosta de Crepúsculo?
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
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