Oiêêêêê !
Ignorando aquela época negra na qual eu atacava sem dó nem piedade as milhares de fãs da maior obra literária do mundo (sacaram o sarcasmo?), resolvi parar com essa fase de negação e seguir minha vidinha sem me importar com um cara que parece com os dançarinos da Globeleza quando sai no Sol.
Resolvi falar sobre algo mais importante. Sentada em minha cadeira, no meu quarto, cercada por ursinhos de pelúcia e a minha direita um aparelho de som, eu estava pensando por onde, Meu Merlin, por onde?, começar.
Resolvi começar por uma história, de forma simples.
Procurei na internet e encontrei um arquivo com o depoimento de um padre.
Uma vez ele estava num desses cursos ou encontros que de vez em quando toda igreja tem, e entrou pra dar uma palestra de testemunho uma senhora de uns 40 anos empurrando uma cadeira de rodas com uma jovem de uns 17 ou menos. A senhora começou a contar a história de que quando era jovem engravidou sem querer, e tal, e contou uma história do drama da decisão de abortar ou não. Por fim, marcou o aborto com um médico (acho que foi nos Estados Unidos) e foi lá no dia marcado. Daí ela vendo o procedimento no ultrassom, na hora que o médico esmagou as perninhas do neném, ela disse que teve um troço, mandou ele parar, sentiu uma coisa muito ruim dentro dela, por que viu a reação de dor do feto, como se fosse um grito, uma rejeição ao que estava acontecendo. O médico disse que não podia parar, ela empurrou ele com as pernas, disse que não era pra continuar, que não queria mais. No final das contas, ela levou a gestação até o fim e teve o neném, que era aquela jovem na cadeira de rodas sem as pernas. Claro que ela pediu sempre perdão à filha, elas se davam super bem e dedicaram-se desde então a fazer palestras contra o aborto pelo mundo todo.
Triste, não? Nem tanto. As pessoas consideram insensíveis os médicos que realizam o aborto, e eles o são, mas as mulheres que o cometem são muito, muito mais. O papel da mulher no mundo de hoje é ser amável, delicada. Mãe. Não descobrir que está grávida e resolver matar um ser inocente! Inocente! O bebê não foi parar ali do nada, e se foi por que um queria e outro não (leia-se estupro), a mulher não tem culpa. E o bebê muito, muito menos!
É ridículo pensar que o bebê só "está lá" depois do quarto mês. A maioria dos estudos competentes provam isso.
As feministas (que eu não sei por que cargas d'água existem) dizem que a mulher tem controle sobre o corpo. Que ótimo. Então por que ela não usou desse controle quando ia começar a criação do bebê?
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
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Olá mocinha!
ResponderExcluirDei uma lida melhor no blog desta vez. Está de parabéns pelo senso crítico. Você é ainda bem novinha, mas com certeza já tem maturidade para arrastar muita gente para coisas boas desde já! :)
Três coisas:
1)Gostaria de saber mais sobre seu entendimento (atual) sobre as idéias feministas.
2. Muitas vezes você não precisará ler o livro todo para poder criticar...por trechos, debates na net, pela idéia geral, as vezes é o bastante, e geralmente o melhor a fazer, para que a leitura não te influencie.
3. O maior problema desses livros hoje, especialmente para crianças e adolescentes, é fazer com que o mal não pareça tão mal assim...na verdade o mal acaba sendo um...bem!
Eu cresci sabendo que vampiros e bruxos (Harry Potter) são maus. E saber a diferença entre o bem e o mal é mais do que essencial...é uma obrigação.
Alguns irão dizer que isto é exagero. Eu, como professor, fico abismado em ver alunos bons (bons?) que colam na escola como se fosse algo normal... e dizem até que fazem por querer o bem do outro (quando passam cola). Está vendo?...não sabem o mal que fazem pois não conseguem discernir o bem do mal.
Te mandei email, espero que esteja certo! Falamos mais por email. Tentei te adicionar no msn...vamos ver se está certo também. rs Meu msn: jenersilva@hotmail.com
Comecei um blog para criticar a revista Capricho e ver se conseguimos tirar algumas meninas dessa revista medíocre.
www.xocapricho.wordpress.com
www.youtube.com/xocapricho
Seria legal ter sua participação. Falamos mais sobe isso em breve também.
Pax Domini!